Toda terça era a mesma coisa: acordava
manhã pensando noite. Durante o trabalho não se concentrava. Esquecia de responder
e-mails, relatórios ficavam pela metade, não conseguia escrever notas para as colunas
do jornal. Ao cair da noite seu sol nascia e às 18h se iluminava por completo.
Era hora de ir ao abraço. Era hora de ir pra aula.
Era hora de ir ao abraço. Era hora de ir pra aula.
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