O Amor passou batendo asas pela janela. Pousou delicadamente no beiral e piou baixinho, pedindo um pouco do alpiste que o canário comia sozinho na gaiola.
Assustada com a figura desconhecida, a mulher espantou o Amor com as mãos e fechou a janela bem fechada. Impedindo, assim, que ele voltasse para importunar a paz tão segura de sua casa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário